segunda-feira, 16 de agosto de 2010

PARA SUA FILHA.......

Lançamos vestidos em lã para que sua filha recem-nascida fique muito chic!!! Possuimos varias cores.....
Entre em contato e teremos um imenso prazer em atende-los!!

sábado, 26 de junho de 2010

Gêmeas usam roupas do ENXOVAL DE MATERNIDADE....

Gêmeas usam roupas do Enxoval de Maternidade,
macacão rosa com apliques e pérolas!!!
Existem outras cores.....Venham conhecer !!!

Descoberta pode ajudar a evitar depressão pós-parto....

Descoberta pode ajudar a evitar depressão pós-parto


Pesquisadores dizem ter encontrado a causa da melancolia das mulheres, o chamado 'baby blues'

21 de junho de 2010
9h 33

Leia a notícia

Cientistas alemães acreditam ter encontrado a causa da melancolia que a maioria das mulheres sofre logo após o parto e esperam que a descoberta contribua para um possível tratamento da depressão pós-parto.

Na primeira semana após dar à luz, cerca de 70% das mulheres sofrem do chamado "baby blues", com queixas que vão desde alterações de humor e ansiedade até falta de apetite e irritabilidade.

Enquanto a maioria delas se recupera em pouco tempo, 13% das mães continuam apresentando os sintomas após os primeiros meses do nascimento do bebê, o que é considerado depressão pós-parto.

A condição é definida como um grande episódio de depressão que começa nas quatro semanas após o parto e é considerada um grande problema de saúde pública.

Pesquisadores do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e Cerebrais, de Leipzig, na Alemanha, descobriram que uma queda brusca dos níveis de estrógeno logo após o parto libera uma enzima no cérebro que bloqueia as substâncias químicas responsáveis pelo bem-estar.

Possível tratamento

O estudo, publicado na revista médica Archives of General Psychiatry, revela que na mesma proporção em que os níveis de estrógeno caem abruptamente nos três a quatro dias após o nascimento do bebê, existe um aumento da enzima monoamina oxidase A (MAO-A) no cérebro.

A enzima quebra os neurotransmissores serotonina, dopamina e noradrenalina, que, além de serem responsáveis por transmitir os sinais entre as células nervosas, também influenciam nosso humor.

Se o funcionamento dos neurotransmissores é afetado, a pessoa inicialmente se sente triste e após certo tempo corre o risco de ficar deprimida.

A MAO-A foi encontrada em níveis 43% mais elevados em mulheres que acabaram de dar à luz do que em um grupo de mulheres que teve filhos há bastante tempo ou não tinha filhos.

Os níveis mais altos foram registrados no quinto dia após o parto, coincidindo com o dia em que o humor das mães está no ponto mais baixo.

Certas drogas podem ser usadas para diminuir os níveis desta enzima e aumentar os níveis das substâncias químicas quebradas por ela.

"Nossos resultados têm o potencial animador de prevenção da alteração de humor pós-parto. Isso pode ter um impacto na prevenção e no tratamento de depressão pós-parto no futuro", afirmou a coordenadora da pesquisa, Julia Sacher. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Não Percam !!!!

Feira do Bebê - 2010

Acontece neste Final de Semana !!!!

Dia 22 a 27 de JUNHO de 2010

EXPO CENTER NORTE - PAVILHÃO AMARELO - São Paulo 22 a 27

Localização: Av. Otto Baumgart, 1000 - Vila Guilherme - SÃO PAULO - SP 02049-000





Horário:



Terça a Sexta-feira das 14:00 às 22:00h

Sábado das 10:00 às 22:00h

Domingo das 10:00 às 20:00h



Entrada Gratuita - Estacionamento PAGO no local.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Guarda-roupa de gente grande

Matéria na revista Veja que está nas bancas...

SE NÃO CONSEGUIR VISUALIZAR DIREITO, ACESSE: http://twitdoc.com/c/ttq2cx






Sociedade

Guarda-roupa de gente grande

Difícil resistir: toda mamãe que tem queda por 
roupas e recursos para bancar caprichos, próprios
ou filiais, cultiva em sua filhinha um estilo Suri de ser


Cristiane Sinatura
Lailson Santos
ARMÁRIO COMPLETO
Maria Eduarda, 6 anos: bolsinhas de grife e cinco pares de óculos para combinar com as roupinhas nunca repetidas de cada dia

The Grosby Group
COPIADINHA
Suri Cruise, 3 anos: saltinho, batom e estilo da menina mais imitada do mundo

Mãe que é mãe dificilmente resiste a comentar as roupinhas cheias de estilo, as bolsas graciosas e os sapatinhos de salto do guarda-roupa de, calcula-se por alto, 3 milhões de dólares de Suri Cruise, 3 anos, a encantadora filha de Tom Cruise e Katie Holmes. Pode ser para falar mal - onde já se viu botar salto em criança? -, mas geralmente é para se derreter de vontade de encontrar alguma coisa igualzinha para as próprias filhas. Guardadas as proporções entre gente normal e um poderoso casal hollywoodiano, toda mulher que tem pendor para comprar roupas para si mesma simplesmente adora entupir de coisas lindas o armário das filhas desde o momento em que vêm ao mundo, e até antes. Quando a menininha começa a andar e a apreciar os modelos tão lindos que parecem tecidos de imagens arquetípicas da graciosidade infantil, mamãe se descontrola de vez. "Falta ocasião para a Luna usar o tanto de roupa que tem", confessa a paulistana Juliana Gheler, 34 anos, sobre o armário recheado da filha de 1 ano e 8 meses, que tem metade da idade mas o dobro de trajes do irmão Ariel, de 4. Juliana segue uma espécie de sistema de compensação filial: equilibra com brinquedos novos para Ariel as quantias gastas nas pilhas de vestidinhos para Luna. Os quais não se limitam à faixa etária da filha. "Ela tem roupinhas para crianças de 4 anos. Quando dá, ajusto. Se não, guardo e espero o dia em que sirva", diz Juliana, que acaba de voltar de uma viagem aos Estados Unidos com a mala cheia de tesouros da linha infantil da inglesa Stella McCartney. Seguindo a mesma vertente, estilistas como Marc Jacobs e Giorgio Armani também passaram a criar peças para os filhos que sejam irresistíveis para os pais. Grifes nacionais de gente grande, e abonada, como Isabela Capeto, Mixed, Farm, Fit e Le Lis Blanc, abriram seções para crianças. A ideia é manter o espírito da marca, e não simplesmente miniaturizar a linha adulta. "Se uma roupa para a mulher adulta tem uma estampa que pode cair bem nas menininhas, desenvolvemos uma peça parecida, mas sem perder a cara de roupa de criança", explica Traudi Guida, sócia da Le Lis, que começou a atender o público infantil em agosto e, entre outubro e dezembro, contabilizou 16 000 roupinhas vendidas, ao preço médio de 100 reais. "Esta temporada serviu de teste. A aceitação foi maior do que se esperava, e agora vamos expandir", planeja.
Há cinco anos organizando desfiles infantis, a consultora de imagem Ana Cury constata o mais do que evidente: o capricho no visual das pequenas Suris está diretamente ligado ao perfil das mães. "São mulheres que têm uma carreira, sabem da importância da imagem e deixaram para ter filhos mais tarde. Quando engravidam, querem que sua posição social se transmita para toda a família", analisa. A empresária Ana Cristina Bonfim, 33 anos, mãe de Sofia, 2, se encaixa perfeitamente no perfil. Sempre atenta às novidades, não passa semana sem comprar alguma roupinha para a filha. O entusiasmo supera amplamente as necessidades. Sofia tem dez novos pares de sapatos para o inverno que ainda nem começou. "Eu sempre quis ter uma menina justamente para enfeitá-la toda", explica Ana Cristina, explicitando um desejo universal. As duas muitas vezes saem combinando a estampa de vestidos comprados na mesma loja. Mãe de Gabriela, 6 anos, e Julia, 3, a dona de casa Denise Lintz, 36, é outra que se orgulha de compor o visual das filhas com minúcias de stylist - o assessor de guarda-roupa que veste as famosas. Denise gasta cerca de 1 500 reais por mês com mimos variados, inclusive sapatos de salto alto à moda de Suri. "Na verdade, um saltinho", releva. Seguindo pelo mesmo rumo do alto de seus 3 aninhos, Luana, filha única da secretária carioca Márcia Otero, 40, faz coleção: de seus 28 pares de sapatos, sete são de saltinho. "Nós fizemos um acordo: se ela largasse a chupeta, ganhava um sapato de saltinho. Agora, ela não quer saber de outro tipo", diz Márcia, que gasta cerca de 3 000 reais por mês com roupas e acessórios infantis, com pleno apoio do marido, Edgard Moraes, 55 - "Ele é até pior que eu." Do tipo que não sai de casa sem abrir seu kit de maquiagem infantil e passar batom (no momento, favorece o vermelho), Luana fez a mãe ir de loja em loja atrás de um vestidinho preto para seu aniversário. Para dormir, usa camisola de seda. "Não medimos esforços porque achamos que vaidade tem de vir desde pequena", afirma Márcia.
Fotos Lailson Santos e Ernani D'Almeida
VAIDADE QUE VEM DO BERÇO
Sofia, 2 anos, combina vestido e sapato com a mãe, Ana Cristina, que sempre quis ter menina "para enfeitá-la toda"; Luana, 3, tem 28 pares de sapatos, sendo sete de saltinho, que ganhou em troca de largar a chupeta

Vaidade muitíssimo bem informada. "Com 6 anos, minha filha sabe melhor que eu o nome dos estilistas que usa", diz a farmacêutica Renata Berardocco, 39, sobre Vittoria, dona de um armário repleto de roupinhas Ronaldo Fraga e Isabela Capeto, que custam em média 300 reais. Dona de uma grife infantil, a estilista carioca Neusa Farina, 38, faz da caçula Maria Eduarda, 6, modelo de prova das roupas que desenha. "Ela adora sapato de salto, sai desfilando com os meus pela casa", conta Neusa. Também tem bolsinhas de marcas que mulheres adultas às vezes passam a vida para conseguir, como Prada e Louis Vuitton. Óculos de grau, por enquanto, são cinco pares em cores diferentes, para combinar com o resto do visual. Segundo a psicopedagoga Ana Cássia Maturano, a vontade de parecer gente grande faz parte da psique infantil desde que o mundo é mundo, e cabe aos pais dosar os excessos, de acordo com os próprios valores morais - sem falar nos materiais mesmo. "Toda menina quer pegar a roupa da mãe para brincar. Isso é saudável, mas os pais têm de tomar o cuidado de não reduzir o filho a um boneco nem transformá-lo em um pequeno adulto", explica. Tomado esse cuidado, convenhamos: tem coisa mais fofa do que uma pequena Suri?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Novidades.....

Como somos um Empresa moderna e estamos sempre criando modelos diferentes, criamos mais alguns modelos.
Pensamos sempre na praticidade, na beleza e no conforto.
Estamos a disposição ,caso queira conhecer nossa coleção...
Alguns modelos diferentes :

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

DAR À LUZ NA PRÓPRIA RESIDÊNCIA PODE REPRESENTAR SÉRIOS RISCOS


DAR À LUZ NA PRÓPRIA RESIDÊNCIA PODE REPRESENTAR SÉRIOS RISCOS

POLÊMICA DECLARAÇÃO DA TOP MODEL GISELE BÜNDCHEN A RESPEITO DO NASCIMENTO DE BENJAMIM COLOCA EM DISCUSSÃO A BANALIZAÇÃO DA CESARIANA VERSUS O PARTO NATURAL
Por: ADCom Comunicação Empresarial / Sempre Materna
Ilustração/Foto: Stockxpert
Publicado em: 04/02/2010
O avanço na medicina e em exames complementares registrado nas últimas décadas gerou uma “medicalização” intensa em diversas especialidades e, em especial, quando relacionada à gestação. Muitos partos com potencial de serem realizados de forma natural e espontânea acabavam em cesáreas desnecessárias, dando ao país o vergonhoso título de campeão mundial em cesarianas. “A Organização Mundial da Saúde aceita como taxa normal de cesáreas cifras em torno de 20% dos partos - índices presentes na maioria dos países desenvolvidos. Isso significa que a cada 10 pacientes que estejam em trabalho de parto, duas precisam da cesárea para assegurar um recém-nascido saudável”, revela a Dra. Flávia Fairbanks, ginecologista especializada em sexualidade humana.
Em resposta às altas taxas de partos operatórios registrados no Brasil, teve início um forte movimento em prol do parto normal. O governo instituiu campanhas a favor do método e grande parte da mídia apoiou a iniciativa.
Já em relação aos obstetras, houve certa apreensão quando a campanha começou a incentivar o uso das “casas de parto”, muitas vezes localizadas longe dos hospitais e, principalmente, pelo fato de não haver, nesses locais, possibilidade de se converter um parto normal em cesárea no caso de uma emergência. “A iniciativa do parto domiciliar ganha força há alguns anos, mas nessa situação a possibilidade de socorro numa emergência é muito pequena. A mãe pode necessitar de cuidados mais amplos, como a analgesia de parto para suportar a dor das contrações, medicamentos para controlar a pressão arterial durante o trabalho de parto, entre outras necessidades. Quanto ao bebê, podem ser necessárias as manobras de reanimação neonatal para garantir a boa oxigenação do sistema nervoso ao nascer. Todas essas etapas requerem aparelhagem e pessoal treinado, tanto equipe médica quanto enfermagem, dificilmente encontrados numa situação de parto domiciliar”, declara a especialista.
A ginecologista afirma ser favorável ao parto normal, desde que haja garantia absoluta de conforto para a mãe e a criança, através de um ambiente adequado, com a devida assistência médica, de enfermagem e com o equipamento de suporte para os casos de emergência, como aparelho de anestesia, oxigênio e neonatologistas experientes em reanimação neonatal. “O momento do parto pode ser decisivo para as demais etapas da vida do ser humano. O tipo de assistência recebida pela gestante e pelo bebê poderá determinar se o resultado final será positivo, com mãe e filho saudáveis e em segurança”, finaliza a médica.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Recém Nascido necessita tb de alguns cuidados...
Para não deixá-los sem roupa e acabar resfriando, indicamos este conjunto de linha, que pode ser utilizado com a malha ou sem ela que ele continuará bem vestido.
Possuimos body com fechamento nas costas e entre as pernas.
Todas nossas roupas são lavadas , esterelizadas e  pronta para uso.
Existem outras cores e modelos.
Venha conhecer sem compromisso !!!!!!





Bebês exigem cuidados durante o verão.....


Termômetros em alta e descanso escolar combinam com praia, piscina. Para a diversão ser completa, veja a seguir alguns cuidados que garantem a saúde e a segurança dos pequenos: da escolha da boia mais apropriada a uma maneira de tirar água no ouvido.
Por Suzana Dias
Férias de verão são tudo de bom quando curtidas com muitos banhos de mar ou de piscina. As crianças adoram o calor e as brincadeiras aquáticas. Os pais, entretanto, precisam estar vigilantes, pois tanto o sol quanto a água podem oferecer riscos. Tire suas dúvidas sobre como agir para que as crianças se esbaldem sem correr nenhum perigo:

Bebês com menos de 6 meses podem acompanhar a família ao banho de sol?
Segundo a pediatra e especialista em neonatologia Fátima Parente, de São Paulo, o ideal é evitar que a criança muito pequena frequente piscinas e praias. “A pele do bebê antes de 6 meses é muito sensível e fina e precisa ser protegida da exposição solar. Por isso, ele só deve tomar os 15 minutos de sol que o pediatra recomenda para a ossificação. Mais do que isso, não se recomenda”, avisa a médica.

O que fazer para prevenir a desidratação?
Entretidas com a diversão, as crianças acabam esquecendo de tomar água, o que pode levar a sérios problemas. “Deve-se beber muito líquido, como água pura, água-de-coco, sucos naturais e chás para repor as perdas pelo suor”, avisa Fátima Parente. A alimentação à base de frutas, verduras e proteínas também ajuda. Procure não comprar bebidas, espetinhos, picolés e outros alimentos vendidos na praia, nem sempre preparados com a devida higiene e que, muitas vezes, sofrem deterioração devido ao calor.